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Futel e LUF dão inicio ao Campeonato Amador de Futebol

Futel e LUF dão inicio ao Campeonato Amador de Futebol

Começou neste domingo (23) a maior competição de futebol de Uberlândia, o Campeonato Amador. Organizado pela Liga Uberlandense de Futebol (LUF) e apoiado diretamente pela Prefeitura Municipal de Uberlândia (PMU) e pela Fundação Uberlandense do Turismo, Esporte e Lazer (Futel), o evento esportivo coloca em campo mais de 1.600 pessoas, entre atletas,comissão e quadro de árbitros, nas divisões acesso e especial. Com 74 anos de história, o campeonato conta com a participação de 50 equipes, sendo 20 pela Especial e outros 30 pela Acesso. Para dar o pontapé inicial, o estádio Airton Borges, local da competição, recebeu o presidente da LUF, Renato Batista e o diretor-geral da Futel, Silvio Soares dos Santos para a cerimonia de abertura do Campeonato. Com marcante presença de público, ambos fizeram agradecimentos e desejaram uma boa competição. Logo após as solenidades, os times campeões do ano passado, Floresta, na Divisão Especial, e Lagoinha, na Divisão de Acesso, fizeram o jogo inicial. O campeonato promete reunir cerca de 30mil pessoas em seus 25 jogos semanais. Neste ano, a Futel disponibilizará o quadro de árbitros para todos os jogos de ambas as divisões. Além disso, onze poliesportivos foram preparados para receber a competição. “Sob direcionamento do prefeito Odelmo Leão, a Futel está fazendo uma força-tarefa para revitalizar todos os espaços poliesportivos. Realizamos uma grande reforma nos polis Dona Zulmira e Segismundo Pereira, além da manutenção dos outros espaços. A previsão é que todos os núcleos recebam intervenções em suas infraestruturas”, explica Silvio. O presidente da LUF comemora mais um ano de parceria com o poder público e agradece os esforços para viabilizar a realização do Campeonato. “Sem essa ajuda seria muito complicado a execução da competição. Deixo meu agradecimento, em nome da LUF, ao prefeito e os órgãos competentes por disponibilizarem os excelentes espaços dos poliesportivos e oferecerem as equipes de arbitragem para este grande campeonato”, frisou. SECOM PMU
“Confiar na ação de Deus que fecunda a história”

“Confiar na ação de Deus que fecunda a história”

“Confiar na ação de Deus que fecunda a história”, pois somente Ele pode separar o bem do mal e extirpá-lo, e o fará no juízo final. A nós cristãos, cabe o discernimento entre o bem e o mal, conjugando decisão e paciência. Neste sentido, devemos evitar julgar quem está ou não no  Reino de Deus, pois todos somos pecadores. No Angelus deste XVI Domingo do Tempo Comum, o Papa dirigiu sua reflexão aos milhares de fieis presentes na Praça São Pedro, inspirado na Parábola do joio e do trigo, “que ilustra o problema do mal no mundo e destaca a paciência de Deus”. Quanta paciência Deus tem conosco!, exclamou Francisco. A narrativa se desenvolve em um campo com dois opostos protagonistas, explica o Papa. De um lado o dono do campo que representa Deus e semeia a boa semente; por outro o inimigo que representa Satanás e semeia a erva ruim. O dono e os seus servos têm comportamentos diferentes diante do crescimento do joio em meio ao trigo. Os servos pensam em arrancá-lo, mas dono adverte que pode ser arrancado junto o trigo: “Com esta imagem Jesus nos diz que neste mundo o bem e o mal estão de tal forma entrelaçados, que é impossível separá-los e extirpar todo o mal. Somente Deus pode fazer isto e o fará no juízo final”. Esta situação é “o campo da liberdade dos cristãos” onde se pratica a difícil tarefa do “discernimento entre o bem e o mal. E neste campo” deve-se conjugar, “com grande confiança em Deus e na providência, dois comportamentos aparentemente contraditórios: a decisão e a paciência: “A decisão é aquela de querer ser trigo bom – todos nós o queremos -, com todas as próprias forças, e portanto, tomar distância do maligno e de suas seduções. A paciência, significa preferir uma Igreja que é fermento na massa, que não teme sujar suas mãos lavando as roupas de seus filhos, antes que uma Igreja de “puros”, que pretende julgar antes do tempo, quem está e quem não está no Reino de Deus”. O Papa recorda que com esta parábola o Senhor “nos ajuda a compreender que o bem e o mal não se podem identificar com territórios definidos ou determinados grupos humanos: “Estes são os bons, estes são os maus”, e explicou: “Ele nos diz que a linha de separação entre o bem e o mal passa no coração de cada pessoa, passa no coração de cada um de nós, isto é: todos somos pecadores. Me vem o desejo de pedir a vocês: “Quem não é pecador levante a mão!”. Ninguém! Porque todos o somos, todos somos pecadores”. Jesus nos deu vida nova e com o Batismo a Confissão, “porque sempre temos a necessidade de sermos perdoados de nossos pecados. Olhar sempre e somente o mal que está fora de nós, significa não querer reconhecer o pecado que existe também em nós”, advertiu Francisco. Jesus – disse o Papa – também nos ensina a enxergar de modo diferente o “campo do mundo, a observar a realidade”. E enfatiza: “Somos chamados a aprender os tempos de Deus – que não são os nossos tempos - e também o “olhar” de Deus: graças ao influxo benéfico de uma trepidante espera, aquilo que era joio ou parecia joio, pode tornar-se um produto bom. É a realidade da conversão. É a perspectiva da esperança”! Por fim, Francisco pediu que a Virgem Maria nos ajude “a colher na realidade que nos circunda não somente a sujeira e o mal, mas também o bem e o belo; a desmascarar a obra de Satanás, mas sobretudo a confiar na ação de Deus que fecunda a história”. Rádio Vaticano