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Política

Fernando Pimentel visita fábrica de batatas em Perdizes

Fernando Pimentel visita fábrica de batatas em Perdizes

O govenador Fernando Pimentel visitou nesta terça-feira (18/7) em Perdizes, Território Triângulo Sul, a nova unidade industrial da Bem Brasil, maior fabricante de batata pré-frita congelada do país, que investiu cerca de R$ 200 milhões no empreendimento. O governador conheceu as instalações da empresa e destacou a importância da empresa para a economia do Estado. “A Bem Brasil é a maior produtora de batata processada do Brasil. É um orgulho para nós. A empresa está expandindo sua produção em Minas Gerais, já tem uma usina de processamento em Araxá. Agora tem esta aqui em Perdizes, e vai continuar investindo. Enfim, é uma empresa modelo, que hoje é mineira porque está produzindo aqui quase metade do consumo de batata processada do Brasil”, afirmou Fernando Pimentel. A Bem Brasil, fabricante 100% brasileira de batata pré-frita congelada e flocos desidratados de batata, foi fundada em dezembro de 2006, em Araxá, município do Território Triângulo Sul mineiro. Com a nova fábrica – inaugurada em fevereiro de 2017 – a empresa ampliou a capacidade de produção anual para 250 mil toneladas de batata pré-frita congelada, o que equivale a 55% do consumo interno do produto. A empresa emprega 600 colaboradores diretos e gera dois mil empregos indiretos. Segundo o diretor-presidente da empresa João Emílio Rocheto, a nova unidade da Bem Brasil Alimentos, em Perdizes, insere o país no mapa das mais modernas e automatizadas fabricantes mundiais de batata pré-frita congelada, abrigando máquinas e equipamentos com a mais alta tecnologia disponível para as várias etapas do processo de produção. “Essa tecnologia é restrita a apenas alguns países, pois são poucas as fabricantes desse produto no mundo. Por isso, tivemos de importar grande parte da linha de produção”, explicou Rocheto. Também participaram da visita os secretários de Estado de Governo, Odair Cunha, e de Desenvolvimento Econômico, Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Miguel Corrêa, os prefeitos de Perdizes, Vinícius Figueiredo Barreto, e de Araxá, Aracely de Paula, o deputado estadual Bosco, entre outras autoridades. Agência Minas  
Governador veta anistia a servidores do Estado

Governador veta anistia a servidores do Estado

Duas proposições de lei que anistiam servidores da educação e policiais militares em virtude de movimentos grevistas nos anos de 2015 e 1997, respectivamente, receberam veto total do governador Fernando Pimentel. As mensagens com essas comunicações foram publicadas nesta quarta-feira (12/7/17), no Diário Oficial de Minas Gerais.   As proposições foram aprovadas em maio deste ano pela Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG), que agora também deverá se manifestar pela manutenção ou rejeição dos vetos. Depois de lidos em Plenário e publicados, os vetos serão distribuídos às respectivas comissões especiais, que terão um prazo de 20 dias para emitir parecer. O Plenário tem um prazo total de 30 dias, contados da data do recebimento da comunicação dos vetos, para decidir sobre eles. Educação - O primeiro veto incide sobre a Proposição de Lei 23.478, originada do Projeto de Lei (PL) 3.875/16, do deputado André Quintão (PT) e outros 33 parlamentares, que anistia servidores do Grupo de Atividades de Educação Básica do Poder Executivo lotados nas superintendências regionais de ensino e do Órgão Central da Secretaria de Estado de Educação que participaram de paralisações em 2015. De acordo com a proposição, a anistia garantiria que as ausências dos servidores não ensejariam avaliação de desempenho negativa; dispensa de designados; configuração de abandono de cargo ou infrequência; instauração de processo administrativo; perda do direito às férias-prêmio; desconto na remuneração; e aplicação de qualquer tipo de penalidade. Essas ausências também não acarretariam prejuízo na designação, na contagem de tempo para promoção na carreira, na aposentadoria e na aquisição de férias regulamentares. A concessão da anistia tornaria extintos e sem efeito os processos administrativos disciplinares instaurados em face de servidor que tenha participado das paralisações. Polícia Militar - O segundo veto do governador refere-se à Proposição de Lei 23.484, que é fruto do Projeto de Lei (PL) 1.078/15, que anistia praças da Polícia Militar excluídos da corporação em virtude do movimento reivindicatório ocorrido em julho de 1997. De autoria do deputado Sargento Rodrigues (PDT), a anistia prevista pela proposição observaria o disposto na Lei Federal 12.505, de 2011, que concedeu o benefício aos militares que participaram de greves. Ela abrangeria os crimes definidos no Código Penal Militar, na Lei de Segurança Nacional e as infrações disciplinares conexas, excetuando-se os delitos estabelecidos pelo Código Penal. Governador explica motivos dos vetos Em justificativas apresentadas nas duas mensagens que encaminharam os vetos, Fernando Pimentel alegou vício de iniciativa das propostas, uma vez que a anistia administrativa seria uma matéria de competência privativa do Poder Executivo. Para subsidiar os vetos, ele citou decisões já proferidas pelo Supremo Tribunal Federal (STF) em casos similares, bem como dispositivos da Constituição Federal e do Estado sobre o assunto. Especificamente sobre a proposição que concede anistia aos policiais militares, o governador ainda pontuou que o STF em um recente julgamento fixou a tese de que o exercício do direito da greve "é vedado aos policiais civis e a todos os servidores públicos que atuem diretamente na área de segurança pública", proibição que abrangeria os policiais militares. ALMG