A 1ª Conferência Municipal de Saúde das Mulheres acontece nos dias 26 e 27 de maio, no auditório Cícero Diniz, no Centro Administrativo. O evento, que é uma realização do Conselho e da Secretaria Municipal de Saúde, está voltado para entidades governamentais e para a comunidade. As inscrições são gratuitas, estão abertas e podem ser feitas aqui.

O objetivo é debater os desafios atuais para a integridade com equidade, as ideias de enraizamento de valores e práticas que propiciem o crescimento da força das mulheres e que contribuam para o avanço do controle social no SUS, sempre com foco na garantia da atenção integral à saúde do público feminino, sem qualquer forma de preconceito e discriminação.

As discussões serão segmentadas em quatro eixos: desenvolvimento socioeconômico e ambiental e seus reflexos na vida e na saúde das mulheres; o mundo do trabalho e suas consequências na vida e na saúde das mulheres; vulnerabilidades e equidade na vida e na saúde das mulheres, e políticas públicas para mulheres e participação social.

Participe!
1ª Conferência Municipal de Saúde das Mulheres
Quando: 26 e 27 de maio
Onde: auditório Cícero Diniz, no Centro Administrativo Virgílio Galasse – avenida Anselmo Alves dos Santos, 600, bairro Santa Mônica
Inscrições gratuitas aqui

Programação:

26 de maio
19h – Credenciamento
20h – Abertura oficial
21h – Leitura e aprovação do regulamento interno da 1ª Conferência Municipal de Saúde das Mulheres
21h 30 – Encerramento

27 de maio
7h 30 – Café da manhã
8h Exposição dos eixos temáticos
10h – Grupos de trabalho
12h 30 – Almoço
14h – Grupos de trabalho
16h – Intervalo
16h 15 – Grupos de trabalho
18h 30 – Intervalo
19h – Grupos de trabalho
20h 30 – Eleição e apresentação dos delegados para a 2ª Conferência Nacional de Saúde da Mulher
21h 30 – Encerramento

Conheça as quatro frentes que serão trabalhadas durante conferência:

1.Desenvolvimento socioeconômico e ambiental e seus reflexos na vida e na saúde das mulheres: pretende debater os principais impactos na saúde das mulheres; o impacto do modelo de desenvolvimento econômico atual na saúde das mulheres; como atacar na raiz o problema das doenças transmitidas por insetos, sobretudo o diagnóstico e tratamento das doenças causadas pelo Aedes aegypti; como resgatar o financiamento da saúde; a principal ameaça às políticas sociais e como superá-la.

2.O mundo do trabalho e suas consequências na vida e na saúde das mulheres: propõe refletir sobre como os serviços de saúde podem contribuir para reduzir o adoecimento relacionado ao trabalho, que afeta a vida e a saúde das mulheres; ações que possibilitam a promoção da saúde das mulheres no campo e na cidade; como as situações de violência, assédios e discriminações relacionadas à raça/etnia, geração, credo, orientação sexual e identidade de gênero afetam a vida e a saúde das mulheres e de que forma podem ser enfrentadas no ambiente de trabalho.

3.Vulnerabilidades e equidade na vida e na saúde das mulheres: quer discutir as vulnerabilidades individuais e sociais; estratégias, ações que possibilitam a superação dessas questões e como articular no SUS a sua promoção e garantia; como enfrentar o racismo institucional, a lesbofobia, a bifobia e a transfobia; como enfrentar a violência; como garantir os direitos sexuais e direitos reprodutivos considerando a autonomia das mulheres e sua diversidade.

4.Políticas públicas para mulheres e participação social: pretende avaliar ações intersetoriais que podem ser desenvolvidas para garantir os direitos das mulheres à saúde, educação e seguridade social, com observância aos ciclos de vida, gênero, orientação sexual, identidade de gênero, raça, etnia, cultura; como garantir o acesso e acessibilidade integral, equânime e universal das mulheres à integralidade da atenção à saúde e seguridade social; como fortalecer a articulação entre os espaços de participação social em todas as políticas públicas; como fortalecer as instâncias de controle social e garantir o caráter deliberativo do Conselhos de Saúde, ampliando os canais de interação com o usuário, com garantia de transparência e participação cidadã; estratégias e ferramentas de mobilização social e política podem ser utilizadas para o fortalecimento da participação da mulher.

Fonte: Prefeitura de Uberlândia